Alimento Seguro http://www.alimentoseguro.com.br www.alimentoseguro.com.br posterous.com Thu, 02 Feb 2012 02:21:00 -0800 Azeite e óleo de oliva ganham padrão oficial http://www.alimentoseguro.com.br/azeite-e-oleo-de-oliva-ganham-padrao-oficial http://www.alimentoseguro.com.br/azeite-e-oleo-de-oliva-ganham-padrao-oficial

Regulamento Técnico determina a classificação dos produtos com requisitos de identidade e qualidade.     
 
Alimento Seguro (01/02/2012) -- O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta quarta-feira (1º) a Instrução Normativa Nº 1 que define padrões oficiais de classificação do azeite de oliva e do óleo do bagaço de oliva. A primeira legislação nacional sobre o tema aborda os requisitos de identidade e qualidade, a amostragem, o modo de apresentação e a rotulagem. De acordo com o coordenador de Qualidade Vegetal do Mapa, Fábio Fernandes, a elaboração do Regulamento Técnico teve início a partir da percepção de que havia demanda para a padronização desses produtos, desde 2008.

O azeite e o óleo de bagaço de oliva serão classificados com base em parâmetros como matéria-prima, processos de obtenção, percentual de acidez e tecnologia aplicada para extração, podendo ser enquadrados nos grupos: Azeite de Oliva Virgem, Azeite de Oliva, Azeite de Oliva Refinado, Óleo de Bagaço de Oliva e Óleo de Bagaço de Oliva Refinado. Além disso, também serão especificados por tipo, como Azeite de Oliva Extra Virgem, Virgem e Lampante, sendo este de qualidade inferior, com destinação não permitida diretamente para alimentação humana.

Fernandes ressalta que os laboratórios credenciados pelo Mapa passaram por um processo de adequação e estão preparados para atender às exigências do novo regulamento. No processo de importação, caberá aos fiscais verificar os parâmetros de qualidade do produto, com a conferência do que está especificado no padrão vigente. Caso o azeite de oliva ou óleo de bagaço de oliva não cumpra os limites estabelecidos na legislação, serão solicitados testes mais aprofundados para indicar a identificação correta.

“A legislação irá proporcionar ao consumidor a informação correta sobre a qualidade dos produtos, pois harmoniza os conceitos e fixa terminologias”, enfatiza o coordenador. Além disso, o novo padrão contribui para o desenvolvimento do setor, evitando fraudes ou a publicação de dados incorretos nas embalagens. A indústria e as importadoras de azeite de oliva e óleos de bagaço de oliva terão 180 dias para se adequarem ao Regulamento Técnico, a partir da data de publicação.
 
Saiba Mais:

Por definição, azeite é o produto obtido somente do fruto da oliveira, excluído todo e qualquer óleo obtido pelo uso de solventes, por processo de re-esterificação ou pela mistura com outros óleos, independentemente de suas proporções. Óleo de bagaço de oliva é o produto obtido do bagaço do fruto da oliveira tratado fisicamente ou com solvente, excluído também todo e qualquer óleo obtido por outros processos.

Fonte
MAPA
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-2203 / 2204
Leilane Alves
leilane.pereira@agricultura.gov.br

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Wed, 01 Feb 2012 02:28:00 -0800 Legislação no segmento Alimentação Animal é foco de evento em Campinas (SP) http://www.alimentoseguro.com.br/legislacao-no-segmento-alimentacao-animal-e-f http://www.alimentoseguro.com.br/legislacao-no-segmento-alimentacao-animal-e-f

Workshop sobre Assuntos Regulatórios reúne em março equipes do MAPA, iniciativa privada e especialistas internacionais. Promoção é do CBNA, com o apoio do Sindirações.

Alimento Seguro (01/02/2012) -- Melhorar o diálogo e padronizar a comunicação entre os fabricantes de ração e os responsáveis pelo sistema de registro de alimentos para animais no Brasil, com vistas a modernizar a estrutura e enxugar os processos envolvidos. Mais um passo será dado nesse sentido durante o 2° Workshop sobre Assuntos Regulatórios, que ocorre nos dias 14 e 15 de março, no Auditório do IAC - Instituto Agronômico de Campinas (São Paulo/SP).

"O principal objetivo do evento é esclarecer dúvidas e promover o intercâmbio entre os representantes técnicos da indústria e os fiscais federais agropecuários, que legislam e fiscalizam as atividades no setor", informa o coordenador de assuntos regulatórios do Sindirações, Bruno Caputi, que apresentará palestra no evento. Além disso, no segmento de comércio exterior, o Workshop procurará apresentar soluções que acelerem a importação de matérias primas essenciais para o setor.

Além de contar com especialistas internacionais (veja programação anexa),  o 2° Workshop sobre Assuntos Regulatórios contará com a presença confirmada de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), mais especificamente com a participação de funcionários de carreira do VIGIAGRO e do DFIP, vindos da capital federal.

O público alvo do evento foca os tomadores de decisão sobre assuntos regulatórios na cadeia produtiva da indústria de alimentação animal, incluindo profissionais da iniciativa privada e representantes das unidades descentralizadas do Governo.

Para formação desse verdadeiro "think tank" o Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA) conta com o apoio do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações, São Paulo/SP).

Mais informações:
E-mail: cbna@lexxa.com.br
Fone/Fax : (19) 3232 7518
Workshop sobre Assuntos Regulatórios: Evoluções e Comércio Exterior
Local: Auditório do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Campinas/SP

Programa_Oficial_do_Workshop_2012.pdf Download this file

Fonte
ASSESSORIA DE IMPRENSA DO CBNA

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Wed, 25 Jan 2012 10:11:00 -0800 Wickbold informa que investirá R$25 mi para expandir negócios http://www.alimentoseguro.com.br/wickbold-informa-que-investira-r25-mi-para-ex http://www.alimentoseguro.com.br/wickbold-informa-que-investira-r25-mi-para-ex

Segundo a marca, plano contemplará nova fábrica em Santa Catarina e ampliação da unidade de Hortolândia.

Alimento Seguro (25/01/2012) -- A Wickbold, que informa ter superado a meta de chegar ao meio bilhão e comemora um faturamento anual de R$ 511 milhões, apresenta em 2012 um elaborado plano de expansão nacional, que inclui a inauguração de fábricas em regiões inéditas. Entre as três maiores empresas de panificação do país, a expectativa é de chegar ao primeiro bilhão anual em três anos.

Atualmente, conta com uma unidade fabril no Rio de Janeiro e outras três em São Paulo. O Estado escolhido para a construção da quinta fábrica é Santa Catarina, a ser inaugurada até o final deste ano, com o objetivo de melhorar a distribuição na região Sul. “O empreendimento aumentará a nossa capacidade produtiva em 12%, suprindo à alta demanda de mercado. Outro aspecto a considerar é a melhoria no tempo de entrega de produtos na região Sul, garantindo que cheguem ainda mais frescos e saborosos aos consumidores locais”, afirma Bernardino Costa, diretor comercial da Wickbold.

Também está prevista para este ano a ampliação da fábrica de Hortolândia (SP), onde funcionará uma quarta linha de produção, aumentando sua capacidade produtiva em 25%. Inaugurada em 2007, a unidade conta com uma área total de 72.352m2 e uma área construída de 22.411m2, sendo responsável pela produção de pães especiais, tradicionais e bisnaguinhas.

Seguindo o novo plano de expansão e dando continuidade a um intenso processo de modernização iniciado em 2008, a Wickbold pretende oferecer ao mercado, a cada ano, lançamentos saborosos, nutritivos e inovadores, elaborados com toda a qualidade, pioneirismo e tradição que marcam os 74 anos da empresa.

A marca detém a liderança no segmento de pães especiais, que inclui as linhas Integral, Light e Funcional (linha EstarBem), sendo esta a única no mercado de pães funcionais registrada pela Anvisa. Possui quatro unidades fabris e nove unidades de distribuição no Brasil, que comercializam produtos em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Distrito Federal, Tocantins e Bahia.

Fonte
ACCESSO - Adriana Gemignani
adriana.accesso@uol.com.br

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Wed, 25 Jan 2012 04:03:00 -0800 Governo alerta para restrições na bagagem http://www.alimentoseguro.com.br/governo-alerta-para-restricoes-na-bagagem http://www.alimentoseguro.com.br/governo-alerta-para-restricoes-na-bagagem

Alimentos com ingredientes de origem animal só podem ser trazidos ao Brasil com autorização do Ministério da Agricultura.     

Alimento Seguro (25/01/2012) -- Ao visitar outro país, o turista geralmente volta com algumas lembrancinhas na mala. Entre elas é comum a presença de queijos, salames, doces e chocolates. Mas o que nem todo passageiro sabe é que alguns produtos agropecuários sofrem algumas restrições para o trânsito internacional. A fiscalização é feita pelo Sistema de Vigilância Agropecuária (Vigiagro), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e ajuda a proteger o Brasil da entrada de pragas e doenças, evitando também o ingresso de mercadorias que possam colocar em risco a saúde humana.

Itens de origem animal e vegetal como alimentos, plantas, sementes, animais vivos ou peles e tabaco não podem trazidos e nem levados para outros países sem certificação fitozoosanitária oficial do Mapa e dos órgãos equivalentes dos países de destino. A regra também vale para vegetais in natura. Apenas produtos de origem vegetal com um grau de processamento maior, tais como doces de frutas, farinha, café torrado e chocolate, estão liberados para viagens internacionais.

O Vigiagro promove ações para orientar os passageiros e aumentar o controle das bagagens que chegam do exterior em 110 pontos de fiscalização, que ficam em portos, aeroportos e locais de transito internacional de produtos ou insumos agropecuários no Brasil. Em 2011, os fiscais federais do Vigiagro apreenderam nos três principais aeroportos do país (Guarulhos, Galeão e Juscelino Kubtschek) 53,4 toneladas de produtos sem autorização para transporte, uma diminuição de 3,9% se comparado ao resultado de 2010. De acordo com o coordenador do serviço no aeroporto de Brasília, Fábio Schwingel, essa queda pode ser atribuída a uma maior conscientização dos passageiros, por meio das campanhas promovidas pelo Ministério.

Os campeões de apreensões são os lácteos (queijos e doce de leite), embutidos (salame e linguiça), pescados (bacalhau, salmão e camarão), sementes, frutas e plantas. Os alimentos recolhidos pelo Vigiagro, por não possuírem certificação sanitária de origem e nem autorização, são considerados inaptos ao consumo humano e destruídos.

Mala legal e Guia do Passageiro
Duas campanhas promovidas pelo Ministério da Agricultura esclarecem dúvidas dos viajantes que desejam trazer alimentos e animais de companhia para o país. Para isso, são distribuídos folhetos com orientações sobre os itens que têm restrição de importação ou dependem de certificado do país de origem para ingressar no Brasil.

Confira as orientações sobre o ingresso de produtos no país:
http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/Vigiagro/mala_legal.pdf

Fonte
MAPA
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-2203 / 2205
Leilane Alves Pereira
leilane.pereira@agricultura.gov.br

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Mon, 23 Jan 2012 08:23:00 -0800 Cozil anuncia soluções para cozinhas industriais http://www.alimentoseguro.com.br/cozil-anuncia-solucoes-para-cozinhas-industri http://www.alimentoseguro.com.br/cozil-anuncia-solucoes-para-cozinhas-industri

Desde 1985 a empresa informa que desenvolve equipamentos profissionais para o mercado gastronômico. Seu parque industrial está instalado em uma área de 30.000 m2.

Alimento Seguro (23/01/2012) -- Para a área de alimentação fora do lar, a Cozil, empresa que informa que há mais de 26 anos cria e desenvolve equipamentos para cozinhas profissionais, anuncia soluções para renovar a cozinha industrial.

Confira:

WOK COZIL- Além de ser compacto é um equipamento extremamente versátil. Com ele você consegue fazer praticamente todos os processos de cocção: cozinhar, assar, fritar e grelhar – todas essas funções são realizadas gastando metade do tempo no preparo dos pratos - além de ser simples e fácil de manusear e limpar.

FRITADEIRA A GÁS - Foi desenvolvida para integrar o conceito de “Linha Compacta de Cocção”, possibilitando grande produtividade em reduzidos espaços com design arrojado. Seu funcionamento envolve avançada tecnologia de transferência térmica, com queimadores a gás de alta potência e excelente tempo de recuperação, com zona fria de óleo que não requer a adição de água ou sal no tanque de fritura. Possui sistema de segurança contra falta de chama, que previne explosões, e formato especial da cuba para facilidade de higienização.

MINI CÂMARA - Equipamento de congelamento ou resfriamento, compacto comparado aos tradicionais quartinhos que geralmente os estabelecimentos fazem para armazenagem de alimentos. A mini câmara chegou ao mercado para proporcionar enorme ganho de espaço e uma redução de 30% dos custos, em comparação à uma Câmara Frigorifica Fixa. Foi desenvolvido para estocar alimentos refrigerados ou congelados de maneira racional, logo após a operação de pré-seleção e triagem. Essa característica aumenta a praticidade da operação, pois permite que as Caixas Plásticas Vazadas (tipo Monobloco) sejam o recipiente universal antecedente ao preparo, facilitando a estocagem refrigerada, diminuindo o desperdício e melhorando a higienização, já que é 100% lavável.

CARRO TÉRMICO - Solução que garante a temperatura das refeições aquecidas no serviço de distribuição. Originalmente concebido para Hospitais, servindo na entrega de refeições aos pacientes nos quartos, o Carro Térmico da COZIL é construído em aço inoxidável AISI 304, facilitando a higienização e esterilização. Possui espaço interno adequado para encaixe de GNS ou de prateleiras vazadas, que podem receber diferentes formatos de embalagens do cliente (marmitex, descartáveis, etc). Seu aquecimento especial é provido por resistências elétricas, acionadas por cabo com plug para tomada simples, que atingem temperaturas de trabalho de até 85ºC. Seu compartimento interno é fechado por portas vedadas e paredes duplas, com isolamento em lã de rocha.

Saiba mais
Desde 1985 a empresa cria e desenvolve equipamentos profissionais para o mercado gastronômico. Seu parque industrial está instalado em uma área de 30.000 m², e a empresa informa que investe constantemente em tecnologia, processos e pessoas. Por isso, hoje é referência em toda América do Sul. Para mais informações, acesse www.cozil.com.br

Fonte
Assessoria de imprensa
Bruna de Paula
bruna1@grupoimagecom.com.br

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Mon, 23 Jan 2012 08:18:00 -0800 Exportações das cooperativas alcançam US$ 6,17 bilhões http://www.alimentoseguro.com.br/exportacoes-das-cooperativas-alcancam-us-617 http://www.alimentoseguro.com.br/exportacoes-das-cooperativas-alcancam-us-617

Valor cresceu 39,8% em 2011 na comparação com o mesmo período de 2010, quando foram exportados US$ 4,417 bilhão.

Alimento Seguro (23/01/2012) -- As exportações das cooperativas do país apresentaram crescimento de 39,8% em 2011 na comparação com o mesmo período de 2010 (US$ 4,417 bilhão), totalizando US$ 6,175 bilhões. Este foi o maior resultado alcançado desde o início da série em 2005. A participação na pauta total das vendas das cooperativas passou de 1,9%, em 2005, para o patamar de 2,4% em 2011.

Historicamente, a balança comercial das cooperativas apresenta saldo positivo, tendo alcançado US$ 5,819 bilhões de janeiro a dezembro do ano passado. O resultado é recorde para o período e supera em 40,4% o valor de 2010, que chegou a US$ 4,144 bilhões. O levantamento das operações de exportação e importação das cooperativas brasileiras é elaborado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

São Paulo foi o estado com maior valor de exportações com US$ 2,078 bilhões, o que representa 33,7% do total deste segmento. Em seguida aparece o Paraná, com US$ 1,930 bilhão; Minas Gerais, US$ 885 milhões; Rio Grande do Sul, US$ 363 milhões; e Santa Catarina, US$ 312 milhões. Rondônia foi o estado que apresentou o maior crescimento no período comparativo, seguido por Mato Grosso do Sul, Bahia, Goiás e Piauí.

De janeiro a dezembro de 2011, dos 27 estados brasileiros, 13 realizaram importações por meio de cooperativas. O Paraná foi o estado que importou maior valor (US$ 136,8 milhões), com 38,5% do total deste segmento. As importações foram conduzidas em 37 Portos, Aeroportos e Rodovias. O porto de Paranaguá foi o que movimentou o maior valor (US$ 136,5 milhões), com o equivalente a 38,4% do total das importações do segmento.

Agronegócio

Os produtos do agronegócio são os que se destacam entre os mais exportados pelas cooperativas. O açúcar refinado foi o mais vendido e representou 17% do total exportado, com total de US$ 1,048 bilhão. O café em grãos negociou US$ 839,3 milhões (13,6%). Em seguida aparecem: soja em grãos; açúcar em bruto; pedaços e miudezas de frango; etanol; farelo de soja; e trigo.

Fonte
MAPA
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-3089 / 2203
Débora Bazeggio
debora.bazeggio@agricultura.gov.br

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Mon, 23 Jan 2012 02:14:00 -0800 Varejo projeta alta de 6,5% nas vendas de janeiro http://www.alimentoseguro.com.br/varejo-projeta-alta-de-65-nas-vendas-de-janei http://www.alimentoseguro.com.br/varejo-projeta-alta-de-65-nas-vendas-de-janei

De acordo com o IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), a expectativa é que as vendas de fevereiro cresçam 5,3%, e as de março, 6%

Alimento Seguro (23/01/2012) -- O IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), estudo realizado mensalmente com os associados do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), aponta alta de 6,5% nas vendas de janeiro de 2012 em relação ao mesmo período do ano passado. A expectativa é que o volume de vendas em fevereiro e março cresça 5,3% e 6%, respectivamente, sobre os mesmos meses de 2011.

A exemplo da maioria das sondagens realizadas ao longo de 2011 e dos resultados da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), o segmento de bens não-duráveis, como supermercados, hipermercados, farmácias, drogarias, perfumarias e alimentação fora do lar, projeta crescimento mais tímido em relação à medição anterior. A estimativa de crescimento é de 6% em janeiro, 4,5% em fevereiro e 4,3% em março. Historicamente, os não-duráveis têm o maior peso nas medições do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e contribuem com cerca de 40% no índice da PMC.

O segmento de bens semiduráveis, como vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, sinaliza uma perspectiva mais otimista em relação ao que foi apontado na sondagem passada, e prevê aumento de vendas de 4,7% em janeiro, 4,2% em fevereiro e 5,8% em março.

O varejo de bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e material de construção, praticamente manteve suas projeções e aponta perspectivas positivas em comparação aos outros segmentos, com taxas de crescimento de 8,8% em janeiro, 7,7% em fevereiro e 9,5% em março.

Sobre o IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas)
Criado em outubro de 2007, o IAV-IDV é um índice que consolida a evolução das vendas efetivamente realizadas pelos associados do IDV (Instituto para o Desenvolvimento do Varejo), com o intuito de projetar expectativas para os próximos meses e, assim, servir de base de informação para a tomada de decisão dos executivos do varejo.

Para se chegar aos números apresentados pelo IAV-IDV, as empresas associadas reportam seus próprios resultados e suas expectativas sobre vendas no futuro. Em seguida, estas respostas são ponderadas de acordo com o respectivo porte de cada empresa, para que se alcance indicadores como o volume de vendas e o faturamento nominal. Os dados extraídos pelo indicador têm permitido uma visualização mais ampla do comportamento do mercado para um período futuro de até três meses.

O IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) representa 35 empresas varejistas de diferentes setores, como alimentos, eletrodomésticos, móveis, utilidades domésticas, produtos de higiene e limpeza, cosméticos, material de construção, medicamentos, vestuário e calçados. Atuante em todo o território nacional, o IDV tem como principal objetivo contribuir para o crescimento sustentável da economia brasileira, além do desenvolvimento do varejo ético e formal.

Conheça as empresas associadas: Bob´s, BR Home Centers, C&A, C&C Casa e Construção, Decathlon, DPaschoal,  Drogasil, Droga Raia, Fnac, Fototica, Grupo Dimed-Panvel, Grupo Pão de Açúcar, Insinuante, Itapuã Calçados, Kalunga, Leo Madeiras, Leroy Merlin, Livraria Cultura, Livraria Saraiva, Lojas Cem, Lojas Leader, Lojas Renner, Lojas Riachuelo, Lojas Marisa, Magazine Luiza, mmartan, O Boticário, Pernambucanas, Polishop, Quero-Quero Casa e Construção, Ráscal, Telhanorte, Tok&Stok, Walmart e GS&MD- Gouvêa de Souza.
 
Fonte
Fonte Assessoria de Imprensa
(16) 2111-7200
Carolina Bispo - carolina@fonte.jor.br

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Mon, 23 Jan 2012 02:09:00 -0800 Evento da cadeia de aves e suínos espera gerar mais de R$ 400 millhões em negócios http://www.alimentoseguro.com.br/evento-da-cadeia-de-aves-e-suinos-espera-gera http://www.alimentoseguro.com.br/evento-da-cadeia-de-aves-e-suinos-espera-gera

AveSui América Latina 2012 ocorrerá em São Paulo (SP), entre 02 e 04 de abril, e abrigará também a Feira Biomassa & Bioenergia e a AveSui Reciclagem Animal.

Alimento Seguro (23/01/2012) -- São Paulo receberá nos dias 02 a 04 de Abril de 2012 mais uma edição da Feira Latino-Americana da Indústria de Aves e Suínos - AveSui América Latina. Segundo o organizador, trata-se do maior evento do setor na região, que reunirá mais de 150 empresas dos mais variados segmentos ligados à cadeia de aves e suínos e público superior a 25 mil visitantes. A expectativa da Gessulli Agribusiness, promotora da AveSui, é de gerar mais de R$ 400 millhões em negócios.

“A AveSui América Latina se propõe a oferecer aos profissionais, empresários, criadores e todos os envolvidos no setor de aves e suínos interação e relacionamento para ampliar ainda mais as possibilidades de negócios concretizados durante e depois da feira”, explica Andrea Gessulli, diretora do evento.

“A AveSui reúne líderes de mercado e os mais renomados profissionais do setor para discutir temas relevantes e atuais, com formato completo e exclusivo. A feira possui público seleto e tomador de decisão, com autonomia de compras; acompanha as tendências do mercado e conta com comunicação integrada, que agrega outros setores ligados às cadeias de produção cárnea tornando o evento ainda mais completo”, acrescenta Andrea.

A AveSui América Latina é reconhecida como a vitrine da avicultura e suinocultura do continente. São 10,5 mil metros quadrados de área total para a exposição de empresas do Brasil e do exterior e a realização de painéis técnicos e de conjuntura ligados às cadeias produtivas de aves e suínos.

Empresários, produtores, pesquisadores, acadêmicos, alunos de universidades de zootecnia e medicina veterinária e outros grandes formadores de opinião participam da AveSui para acompanhar e discutir as principais questões que envolvem a criação e a produção de aves, ovos e suínos.

Atualização técnica – Por seu formato de geração de negócios e conhecimento, a AveSui América Latina é referência em atualização técnica e profissional na avicultura e na suinocultura.

Em sua 11º edição, o Seminário Internacional de Aves e Suínos será realizado simultaneamente à AveSui América Latina, em São Paulo, e abordará temas importantes para estas cadeias em uma programação enriquecida e de grande aplicação prática no dia-dia dos negócios.

O primeiro dia do Seminário será dedicado ao Painel Conjuntural de Mercado e os demais dias serão voltados à programação técnica. “Com esse perfil técnico-informativo, procuramos agregar discussões variadas e levar aos congressistas tudo o que é tendência no mundo e que pode ser aplicado em soluções de questões práticas nas empresas avícolas e suinícolas”, ressalta Andrea Gessulli.

O Painel Conjuntural abordará tendências mercadológicas no Brasil e no mundo. O conteúdo técnico será coordenado por Gerson Neudi Scheuermann (Engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa Suínos e Aves), Fabiana Caldara (Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD) e Daniela Moura (Universidade Estadual de Campinas/Unicamp) e será dividido em mais de 20 palestras, separadas por quatro painéis ligados à produção, sanidade, bem estar animal, ambiência e nutrição.


Serviço
AveSui América Latina 2012
XI Seminário Internacional de Aves e Suínos
Data: 02 a 04 de Abril de 2012
Local: Expo Center Norte, em São Paulo (SP)
E-mail: avesui@gessulli.com.br
Site: www.avesui.com / www.bioenergia.com.br

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Wed, 18 Jan 2012 11:21:00 -0800 Aftosa no Paraguai provoca tensão em SC http://www.alimentoseguro.com.br/aftosa-no-paraguai-provoca-tensao-em-sc http://www.alimentoseguro.com.br/aftosa-no-paraguai-provoca-tensao-em-sc

Prioridade máxima é manter a doença longe do Estado.
 
Alimento Seguro (18/11/2012) -- Todas as medidas possíveis neste momento foram tomadas para evitar a entrada da febre aftosa em Santa Catarina, informa a Associação Catarinense de Avicultura (ACAV). Governos federal e estadual, produtores, importadores, empresário e demais agentes econômicos ligados à cadeia produtiva da carne estão em estado de atenção e vigilância, não de pânico.

A observação é do presidente da ACAV, Clever Pirola Ávila, em face da ocorrência de foco de febre aftosa no departamento de San Pedro, no Paraguai. A doença está perigosamente próxima do território catarinense que conquistou o privilegiado (e único no Brasil) status de área livre de aftosa sem vacinação.

Ávila enfatiza que a ocorrência de febre aftosa no Paraguai coloca em risco a sanidade animal de Santa Catarina porque o vírus é facilmente transmissível.

Eventual entrada da doença no Estado teria efeitos catastróficos para todos os setores da economia barriga-verde, pois, automaticamente, as exportações de carne seriam paralisadas, as agroindústrias teriam que demitir e os produtores não teriam mais mercado. Uma cadeia produtiva que envolve mais de 500 mil pessoas entraria em uma crise que repercutiria em todas as demais áreas da sociedade barriga-verde.

O dirigente realça que os setores públicos e privados estão agindo em sintonia e que Santa Catarina está preparada e em estado de alerta máximo para evitar que a doença entre no território barriga-verde. “Esperamos manter esta unidade, principalmente num ambiente de ameaça em que estamos neste momento”, sublinha.

Ávila observa que, apesar de Santa Catarina estar preparada com estrutura física de laboratórios, veículos e profissionais capacitados para a proteção sanitária do território, sempre há possibilidade de evoluir. “E é o que tentamos fazer ano a ano. Temos uma estrutura em atividade, porém na medida que galgamos  novos e mais exigentes mercados temos que buscar alternativas superiores”.

A ACAV acredita que criadores, frigoríficos, importadores e varejistas do mercado da carne estão conscientes da complexidade desse problema. “Temos investido muito em educação para todos os atores da cadeia produtiva. A maioria sabe quanto investimos em tempo e recursos financeiros na última década para obtermos este status sanitário atual”.

O comércio ilegal e importação clandestina de carne do Paraguai para SC constituem uma das maiores ameaças, embora as barreiras fixas e móveis trabalhem diuturnamente para evitar este tipo de risco. “Esperamos coibir este tipo de atividade e que, sinceramente, não existam”, encerrou o presidente da ACAV.

Fonte
MARCOS A. BEDIN

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Wed, 18 Jan 2012 11:15:00 -0800 Vindima: Salton espera receber cerca de 500 toneladas de uvas por dia http://www.alimentoseguro.com.br/vindima-salton-espera-receber-cerca-de-500-to http://www.alimentoseguro.com.br/vindima-salton-espera-receber-cerca-de-500-to

Início da colheita colheita da safra 2012 inclui Chardonnay, Riesling e Pinot Noir, usadas para a elaboração de espumantes.

Alimento Seguro (18/11/2012) -- A Vinícola Salton, que informa ser líder na comercialização de espumantes no mercado nacional, iniciou na segunda semana de janeiro o período de vindima (colheita das uvas). Para a safra de 2012, a vinícola espera receber no auge da colheita, 500 toneladas de uvas por dia, das variedades: Chardonnay, Riesling e Pinot Noir (usadas para a elaboração de espumantes); Chardonnay (uvas brancas para vinhos); Cabernet Sauvignon, Merlot e Tannat (uvas tintas para vinhos) e as uvas Concord e Isabel (usadas para a preparação dos sucos).

Até o final da safra, a Salton tem previsão de receber entre 17 e 18 milhões de quilos de uvas. “Mesmo com as torrenciais chuvas que atingiram algumas áreas produtoras do Estado, a qualidade da matéria-prima manteve-se intacta para a elaboração dos vinhos e espumantes mais nobres da vinícola”, ressalta o diretor técnico e enólogo da Salton, Lucindo Copat.

Sobre a Vinícola Salton -- A Vinícola Salton informa que é reconhecida como uma das principais vinícolas do País, sendo líder na comercialização de espumantes no Brasil. Com unidade localizada no distrito de Tuiuty, em Bento Gonçalves - RS e São Paulo, a Salton recebeu, em 2011, cerca de 85 mil visitantes. Centenária e 100% brasileira, a empresa elabora vinhos, espumantes, frisantes, e suco de uva de altíssima qualidade. Além disso, a qualidade dos produtos da Salton é atestada pelas mais de 200 medalhas já conquistadas em premiações nacionais e internacionais de renome tais como a Expovinis (Brasil), a The International Wine and Competition (Inglaterra), a Challenge International du Vin (França), a San Francisco International Wine (EUA), entre muitas outras.

Fonte
Máquina Comunicação Corporativa Integrada
Tâmara Scala – tamara.scala@grupomaquina.com – (11) 3147 7464

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Wed, 11 Jan 2012 16:33:00 -0800 Preços agrícolas: "Quem não tem dúvidas está no mínimo mal informado" http://www.alimentoseguro.com.br/precos-agricolas-quem-nao-tem-duvidas-esta-no http://www.alimentoseguro.com.br/precos-agricolas-quem-nao-tem-duvidas-esta-no

Esta é a tônica do artigo de autoria de Ariovaldo Zani, vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações).

Alimento Seguro (11/01/2012) -- Confira a análise de Ariovaldo Zani, vice-presidente executivo do Sindirações, a seguir:

A instabilidade macroeconômica global combinada ao baixo estoque das commodities e a persistente demanda dos países emergentes exige atenção redobrada, já que qualquer restrição na oferta pode reverberar acentuadamente e gerar forte volatilidade nos preços agrícolas.

Não muito distante, mais precisamente, durante o segundo semestre do ano passado, a baixa taxa de juros nos Estados Unidos e a generosa liquidez disponível motivaram os fundos de investimento a fechar quase três vezes mais contratos na Bolsa de Chicago do que logo após a crise de 2008.

O índice de preços da FAO alcançou então a marca histórica, embora mais recentemente tenha demonstrado sinais de enfraquecimento imediato no caso dos grãos, leite, açúcar e cereais e efeito mais tardio na queda do preço das carnes, pois o cenário tempestivo contemporâneo vem provocando reversão das posições e praticamente eliminando a componente especulativa que sustentava os preços agrícolas.

Essa redução dos preços em dólares tem beneficiado sobremaneira a China que encontrou certo alívio na oferta de crédito e pode deixar de aumentar a taxa de juros para controle inflacionário mesmo diante do sustentado consumo doméstico.

O consumidor Brasileiro vai encontrar preço mais alto para carne bovina que chegou alcançar U$ 60/arroba por acompanhar a arbitragem ditada pelo mercado internacional. Nos Estados Unidos a arroba pode ultrapassar os U$ 85 por restrição de oferta conseqüente aos efeitos da longa e severa estiagem que eliminou a pastagem, fez explodir o preço do feno e volumoso, diminuiu a oferta de bois e forçou a manutenção do abate intenso de fêmeas. No Brasil o ciclo de retenção de fêmeas já dura cinco anos e se mantém robusto na Argentina, Uruguai e Austrália que deve ocupar boa parte do mercado internacional deixado pelos Estados Unidos.

O evidente esfriamento da economia Brasileira no último trimestre parece ainda não ter comprometido o preço e demanda dos alimentos no varejo, embora em 2010 o consumo de carne bovina tenha retraído mesmo diante do crescimento de 7% e elevação de muitos consumidores à classe média.

O impulso da indústria de alimentos, modulado pela capacidade de demanda do consumidor doméstico e pelo apetite dos clientes internacionais é que determina o desempenho da indústria de alimentação de bovinos, aves e suínos que depende da oferta e cotação dos seus principais insumos, o milho e a soja.

O estoque global de soja não deve acumular excedente em 2012 e nem sequer em 2013 por causa do nível crítico apurado nos Estados Unidos e do agricultor americano priorizar o plantio de milho no próximo semestre. No Brasil a expectativa é colher 75 milhões de toneladas na safra 2012/2013 e ampliar em 1 milhão de hectares a área plantada em resposta à abertura de áreas de cerrado no Nordeste, conversão de pastagens em lavouras de grãos, principalmente no Centro-Oeste, retração na lavoura do algodão e manutenção da área plantada de milho. A redução sistemática do preço em dólares tem sido compensada pela desvalorização do Real e pode continuar trazendo boa rentabilidade à cadeia de produção da oleaginosa.

Mesmo com demanda crescente e sem acúmulo recente de excedentes no estoque global o milho pode enfrentar queda de preço em 2012 e principalmente 2013, mesmo diante da firme demanda, mas influenciado por hipotética retomada da safra americana, capacidade de recuperação da economia global, escassa liquidez e falta de recursos para financiamento do comércio internacional. A safra Brasileira de milho a ser colhida em 2012/2013 pode alcançar até 65 milhões de toneladas, graças ao variado conjunto biotecnológico disponível. O preço reduzido combinado ao estoque suficiente para atendimento da demanda doméstica pode permitir certo alívio aos produtores de carne em 2012.

Finalmente, a possível retomada dos mercados agrícolas pelos fundos vai depender da manutenção de baixa taxa de juros, da liquidez global disponível e principalmente dos indícios de solução efetiva do imbróglio fiscal na zona do Euro.

Apesar dos solavancos vindouros o Brasil pode enfrentar essa desafiadora ciclotimia por causa da sua disciplina na gestão macroeconômica alicerçada em sistema financeiro sólido e moderno, Banco Central autônomo, política de câmbio flutuante, setor público que vem acumulando superávits primários e o Tesouro com mais de U$ 350 bilhões em reservas.

Mesmo diante de tantas dúvidas, cenários e projeções, os ousados empreendedores Brasileiros poderão suportar uma economia global convalescente se o país continuar a crescer e vencer os desafios dos ganhos de produtividade, da disponibilidade de mão-de-obra especializada e da mobilização dos investimentos voltados à infraestrutura.

Fonte
Artigo de autoria de Ariovaldo Zani, vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações).

Distribuído por:
Perspectiva Comunicação
Gabriela Garcia
55 11 3706.3333 Ramal 2230
gabriela.garcia@perspectivabrasil.com.br 

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Wed, 11 Jan 2012 10:44:00 -0800 WORLD ECONOMIC FORUM: Desordem econômica e social pode anular avanços da globalização, adverte relatório http://www.alimentoseguro.com.br/world-economic-forum-desordem-economica-e-soc http://www.alimentoseguro.com.br/world-economic-forum-desordem-economica-e-soc

Relatório Riscos Globais 2012 do Fórum Econômico Mundial aponta que desequilíbrios econômicos e desigualdade social podem reverter os avanços da globalização.

Alimento Seguro (11/01/2012) -- A vulnerabilidade do mundo a novos riscos de choques econômicos e turbulência social está enfraquecendo o progresso gerado pela globalização, adverte o Fórum Econômico Mundial em seu relatório Riscos Globais 2012, sétima edição, publicado hoje.

Desequilíbrios fiscais crônicos e crescente disparidade de renda são os riscos de maior probabilidade de ocorrência nos próximos 10 anos. Tais fatores conjugados também ameaçam o crescimento global e favorecem o nacionalismo, o populismo e o protecionismo, enquanto o mundo continua vulnerável a uma crise financeira sistêmica e à escassez de água e alimentos. Este cenário resulta de uma pesquisa que detectou a opinião de 469 especialistas e líderes setoriais. Em comparação com um ano atrás, o foco das preocupações se deslocou dos riscos ambientais para os riscos socioeconômicos.

“Pela primeira vez em várias gerações, muitos indivíduos não mais acreditam que seus filhos terão no futuro um padrão de vida melhor que o dos pais”, disse Lee Howell, Diretor Executivo responsável pelo relatório. “Este novo mal-estar é particularmente agudo nos países industrializados, que historicamente têm sido fontes de grande confiança e idéias arrojadas.”

O relatório analisa três grandes e preocupantes áreas de riscos:

1. Sementes de desordem
Crescentes populações de jovens com poucas perspectivas, crescentes números de aposentados dependentes de Estados presos ao fardo da dívida (alimentando, por sua vez, desequilíbrios fiscais) e o abismo cada vez maior entre ricos e pobres são fatores que geram indignação. Juntas, essas tendências correm o risco de desfazer o progresso promovido pela globalização.

“Os indivíduos são cada vez mais levados a arcar com riscos que, anteriormente, eram assumidos por governos e empresas para obter uma aposentadoria segura e acesso a serviços de saúde de qualidade. Este relatório é um alerta para que os setores público e privado encontrem maneiras construtivas de reajustar as expectativas de uma comunidade global cada vez mais aflita”, disse John Drzik, Diretor Geral do Oliver Wyman Group (Marsh & McLennan Companies).

2. Salvaguardas precárias
As políticas públicas, as normas e as instituições do Século XX não asseguram mais a proteção necessária diante de um mundo mais  complexo e interdependente. As salvaguardas atuais são vulneráveis  aos riscos relacionados às tecnologias emergentes, interdependência financeira, esgotamento de recursos naturais e mudanças climáticas.

“Já vimos exemplos de regulamentação excessiva, como na reação às erupções vulcânicas na Islândia, ou regulamentação deficiente, como na crise do subprime ou na crise da zona do euro. Precisamos restabelecer o equilíbrio com regulamentações adequadas e, para tal, nossas salvaguardas têm de ser baseadas na ação proativa em vez de reativa. É igualmente importante que as regulamentações sejam mais flexíveis para responder com eficácia às mudanças”, disse David Cole, Diretor de Riscos da Swiss Re.

3. O lado negro da conectividade
Nossas vidas cotidianas são quase totalmente dependentes de sistemas on-line conectados, tornando-nos suscetíveis a indivíduos mal intencionados, instituições e nações que detém a  capacidade de desencadear ataques cibernéticos devastadores, de maneira anônima e à distância.

“A Primavera Árabe demonstrou o poder dos serviços de comunicação interconectados na construção das liberdades individuais, mas a mesma tecnologia facilitou os tumultos de Londres. Governos, sociedades e empresas precisam compreender melhor a interconectividade dos riscos nas tecnologias da atualidade a fim de podermos aproveitar, de forma legítima, os benefícios que elas oferecem”, disse Steve Wilson, Diretor de Riscos de Seguros Gerais da Zurich.

Além disso, as calamidades naturais nos lembram do poder devastador da natureza e dos limites da tecnologia, conforme demonstrado pelo Grande Terremoto do Leste do Japão no ano passado e pela subsequente tragédia na usina nuclear de Fukushima. Em um capítulo especial sobre as principais lições a serem extraídas da calamidade,

o relatório salienta que as organizações estarão mais bem preparadas para lidar com grandes choques se tiverem claras linhas de comunicação e se os seus funcionários, em todos os setores, atuarem com maior autonomia para a tomada de decisões.

O relatório descreve 50 riscos globais, agrupando-os nas categorias de riscos econômicos, ambientais, sociais, geopolíticos e tecnológicos. Em cada categoria, é selecionado o risco sistêmico mais significativo. O relatório destaca novas preocupações que demandam mais pesquisas em decorrência das suas conseqüências desconhecidas. Estas preocupações, denominadas "Fatores X", incluem entre outros a ocorrência de invernos vulcânicos, o neotribalismo cibernetico e a epigenética.   

“Riscos Globais 2012 mostra que a governança global está estreitamente entrelaçada com todos os demais riscos globais. O relatório propõe que sejam repensadas as responsabilidades públicas e privadas para fomentar maior confiança. Esta é a base essencial para um diálogo sobre os impactos adversos do pensamento míope e sobre a importância de se desenvolver estratégias de longo prazo que sejam factíveis e bem recebidas”, disse Howard Kunreuther, professor da Cátedra James G. Dinan e professor de Teoria da Decisão e Políticas Públicas da Wharton School, Universidade da Pensilvânia, EUA.

Cada um dos três áreas de riscos será foco de sessões especiais durante a Reunião Anual de 2012 do Fórum Econômico Mundial, que acontecerá em Davos-Klosters, Suíça de 25 a 29 de janeiro.

Publicado em parceria com a Marsh & McLennan Companies, Swiss Re, Wharton Center for Risk Management e Zurich, o relatório Riscos Globais 2012 é a principal iniciativa da Rede de Resposta a Riscos do Fórum Econômico Mundial. A Rede de Resposta a Riscos oferece às lideranças dos setores privado e público uma plataforma independente para melhor mapear, monitorar, gerir e mitigar os riscos globais.

Leia o relatório Riscos Globais 2012 na íntegra: http://www.weforum.org/globalrisks2012

Leia relatórios do Fórum no Scribd: http://wef.ch/scribd

O Fórum Econômico Mundial é uma organização internacional independente comprometida com a melhora da situação mundial, envolvendo líderes empresariais, políticos, acadêmicos e personalidades de outros segmentos da sociedade para definir as prioridades globais, regionais e setoriais.

Constituído como uma fundação sem fins lucrativos em 1971 e sediado em Genebra, Suíça, o Fórum não está atrelado a interesses políticos, partidários, nem nacionais
 
Fonte
Andreoli MSL Brasil

Mário Araujo
mario.araujo@br.mslworldwide.com – 3169-9334

Diego de Lima
diego.lima@br.mslworldwide.com
Av. Ibirapuera, 2332 – Torre 1 – 14º andar
São Paulo –SP – Brasil
T: (55 11) 3169-9339 

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Wed, 11 Jan 2012 10:18:00 -0800 Brasil vai inspecionar frigoríficos paraguaios http://www.alimentoseguro.com.br/brasil-vai-inspecionar-frigorificos-paraguaio http://www.alimentoseguro.com.br/brasil-vai-inspecionar-frigorificos-paraguaio

Nova missão do Comitê Veterinário Permanente do Mercosul também deverá visitar o país vizinho a partir do dia 15 de janeiro.
     
Alimento Seguro (11/01/2012) -- Mais uma medida prevista pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para impedir a introdução do novo vírus de febre aftosa localizado no Paraguai terá início nesta quinta-feira, 12 de janeiro. Durante oito dias, dois fiscais federais agropecuários do Departamento de Saúde Animal (DSA) e do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) vão inspecionar os frigoríficos habilitados a exportar carne para o Brasil.

O principal objetivo da missão é verificar se os estabelecimentos estão cumprindo os requisitos sanitários exigidos para a exportação de carne maturada e desossada para o mercado brasileiro. Ao todo, cinco plantas dos Departamentos de Assuncion e Concepción serão visitadas.
 
No período de 15 a 21 de janeiro, uma nova missão do Comitê Veterinário Permanente do Mercosul (CVP) também deverá viajar até o país vizinho. O Brasil, que preside a entidade atualmente, contará com dois representantes na comitiva. O foco da visita será buscar soluções e ajudar o Paraguai na identificação e implementação das melhores estratégias futuras para erradicar a febre aftosa no seu território.

Desde setembro de 2011 está proibido, em todo o território paraguaio, a entrada de animais e seus produtos que possam veicular o vírus da febre aftosa. As importações de carne bovina maturada e desossada e produtos termo processados estão autorizados, desde que cumpram os requisitos exigidos pelas autoridades brasileiras. Apenas as compras de carne bovina oriunda do Departamento de San Pedro – onde dois focos foram notificados nos últimos meses – estão suspensas temporariamente pelo Brasil.

No momento, a entrada dos produtos no Brasil é permitida somente por meio da localidade de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, onde os caminhões são desinfetados com produtos viricidas. As cargas devem estar acompanhadas de certificado sanitário internacional expedido pela autoridade competente que comprove o atendimento dos requisitos brasileiros.

Entre estes, está previsto que os animais devem ser originários de áreas incluídas no programa nacional de controle da febre aftosa e de propriedades que não tenham registrado nenhum foco da doença nos 60 dias anteriores. Nenhum caso poderá ter ocorrido também nas proximidades dessas fazendas, num raio de 25 quilômetros, nos 30 dias antecedentes.

A lista de exigências também prevê que todas as carcaças, antes da desossa, devem ter sido submetidas a processo de maturação sanitária em temperatura superior a +2° C, durante um período de pelo menos 24 horas após o abate. Outro requisito é que o pH no centro do músculo dorsal, em cada metade da carcaça, não tenha alcançado valor superior a seis. A última condição é que o veículo tenha sido lacrado pela autoridade competente no país de procedência e que seja destinada a estabelecimento sob inspeção federal, para que autoridades brasileiras fiscalizem a carga, antes da distribuição do produto no mercado brasileiro. Segundo o Código Sanitário de Animais Terrestre, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o produto nestas condições é isento de risco.

O Mapa ressalta que a carne maturada e desossada de origem paraguaia está proibida de ingressar no estado de Santa Catarina, já que o estado é considerado internacionalmente como livre de febre aftosa sem vacinação.

Fonte
MAPA
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-2184/ 2203
Marcos Giesteira
marcos.giesteira@agricultura.gov.br

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Wed, 11 Jan 2012 04:10:00 -0800 Inflação nos supermercados paulistas foi de 5% http://www.alimentoseguro.com.br/inflacao-nos-supermercados-paulistas-foi-de-5 http://www.alimentoseguro.com.br/inflacao-nos-supermercados-paulistas-foi-de-5

Número inferior em relação aos demais índices, segundo a APAS que divulga Índice de Preços dos Supermercados em 2011.

Alimento Seguro (11/01/2012) -- O Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela APAS/FIPE, apresentou elevação de 1,34% em dezembro. Houve aceleração com relação a novembro, que teve variação de 0,36%. Este aumento já era esperado, por conta da tradicional alta de demanda nos supermercados que ocorre em dezembro provocada pelas festas de fim de ano. Em dezembro de 2010 o IPS havia apresentado alta de 0,77%, número inferior ao apresentado neste ano. Em dezembro a categoria carnes, leite e cereais apresentou a maior elevação, de 2,43%.

Em 12 meses a variação dos preços dos supermercados atingiu 5,02%, enquanto o IPS acumulado em 2010 foi de 8,77%. Na comparação, o fechamento do IPS em 2011 é mais favorável. “Mesmo diante da elevação de 5% nos últimos 12 meses, o indicador aponta evolução favorável em relação a 2010; quando comparado com os demais indicadores de preços da economia, se mantém como destaque positivo”, diz o diretor do departamento de Economia da APAS, Martinho Paiva Moreira.

Neste ano as categorias que mais influenciaram a elevação dos preços nos supermercados foram as bebidas alcoólicas (11,81%), as bebidas não-alcoólicas (9,45%) e os produtos industrializados (6,39%).

Os preços dos semielaborados (carnes, cereais e leite) apontaram elevação de 2,43% em dezembro em decorrência, principalmente, do aumento de preços de carnes bovinas (3,92%), cereais (3,91%) e carne suína (3,54%). No acumulado de 2011 a elevação nos preços é de 0,39%.

A carne bovina vem apresentando alta devido ao aumento da demanda pela carne típica do fim de ano. Além disso, o aumento do consumo das classes C, D e E vem sendo uma variável constante de pressão sobre os preços. No entanto, vale ressaltar que as elevações vêm sendo muito inferiores daquelas verificadas em 2010 – e, deste modo, o ano de 2011 fecha com variação de -0,50%.

Do mesmo modo, o aumento dos preços da carne suína decorre do crescimento da demanda decorrente do fim de ano aliado à alta do consumo deste item pela parcela da população das classes C, D e E. Tradicionalmente, as carnes suínas apresentam elevação de preços durante este período do ano; porém, em magnitude inferior as verificadas entre julho e setembro, período de entressafra. Os preços em 2011 apresentaram retração de -7,77% em relação a 2010.

Os cereais apontaram elevação de 3,91% em dezembro em relação a novembro. A alta está diretamente relacionada ao período de estiagem na região sul do país, que prejudica o cultivo de milho e arroz, principalmente, ocasionando pressão sobre os preços. Em dezembro, oaumento do preço do milho foi de 5,88% em relação a novembro. Em 2011 a variação nos preços dos cereais foi de -2,97%.

Os preços dos alimentos industrializados apresentaram elevação de 1,02% em dezembro. Os maiores impactos da categoria foram em derivados de leite (1,07%) e panificados (1,16%) e derivados de carnes (1,11%). No caso dos produtos industrializados houve aumento nos preços e, particularmente, no caso do derivado do leite, os custos de produção vêm pressionando os preços refletindo no preço encontrados nos supermercados. Do mesmo modo, os preços dos panificados têm sido afetados devido ao aumento dos custos relacionados à sua produção; por exemplo, como a energia elétrica, farinho de trigo, derivados do leite, entre outros - o que também ocorre com os preços dos derivados de carne. “No entanto, o aumento da demanda é fator comum entre estas categorias que vem pressionando os preços. Os produtos derivados têm forte relação com aumento de renda, o que vem sendo verificado ao longo de 2011, e aumento de renda faz com que a demanda a aumenta e em determinadas condições, onde não há o crescimento equivalente da oferta, os preços sobem”, afirma Moreira.  Ao longo de 2011 houve aumento de 6,39% nos preços dos produtos industrializados.

Os preços dos produtos hortifrutigranjeiros (produtos in natura) apresentaram aumento de 1,06%, com destaque para elevação nos preços de verduras (2,42%), tubérculos (1,58%) e frutas (1,07%). Os itens que apresentaram as maiores elevações foram: alface (5,18%), cebola (12,39%), maracujá (9,27%), banana (5,41%), maçã (7,43%). Em 2011 a alta nos preços dos produtos in natura foi de 2,93%.

Os preços das bebidas alcoólicas apresentaram aumento de 1,71% ante o aumento no preço da cerveja (2,37%), fato que já era esperado por conta do período de festas de fim de ano. No ano a elevação nos preços das bebidas alcoólicas é de 11,81%. Já as bebidas não alcoólicas apontaram alta de 0,34%, impactadas pela elevação no preço de suco de frutas (1,65%). No ano de 2011 a alta nos preços das bebidas não alcoólicas foi de 9,45%. Do mesmo modo, a proximidade das festas de fim de ano e as temperaturas em elevação pressionam os preços para cima.

Os preços dos produtos de limpeza subiram 1,15%, impactados pela elevação no preço do sabão em barra (2,15%), do sabão em pó (0,91%) e detergente (1,33%). No ano a alta nos preços dos produtos de limpeza foi de 8,47%. Os artigos de higiene e beleza apontaram alta de 0,99% impactados pela elevação do preço do sabonete (5,01%) e da escova dental (4,88%). Ao longo de 2011 o aumento foi de 5,11%. As pressões nos preços dos artigos de limpeza e higiene e beleza persistem diante da continuidade do repasse dos reajustes realizados pela indústria devido ao aumento nos preços do petróleo e demais matérias-primas petroquímicas para fabricação dos produtos. No entanto, o ritmo de crescimento vem diminuindo em relação aos meses anteriores.

Na avaliação da inflação desde o Plano Real, por mais um mês consecutivo, a diferença entre os índices acompanhados aumenta. O IPS/APAS apresenta variação acumulada de 118%, o IPC-FIPE tem aumento de 229% e o IPA-FGV tem variação de 431%. Assim, os preços dos supermercados apontam patamar inferior indicando o poder de negociação junto à indústria para que não haja expressivos reajustes e consequente repasse aos consumidores.

Conforme esperado, a inflação nos supermercados registrou alta de 5,02% em 2011, confirmando a expectativa da APAS. A evolução dos preços ao longo de 2011 nos supermercados apresentou desaceleração quando comparado a 2010. Para 2012 a tendência é manter o mesmo ritmo principalmente no que diz respeito às bebidas. Já os itens de alimentos também devem apresentar desaceleração, porém em menor magnitude.

SAIBA MAIS
Nota Metodológica
O Índice de Preços dos Supermercados tem como objetivo acompanhar as variações relativas de preços praticados no setor supermercadista ao longo do tempo. O Índice de Preços dos Supermercados é composto por 225 itens pesquisados mensalmente em 5 categorias: i) Semielaborados (Carnes Bovinas, Carnes Suínas, Aves, Pescados, Leite, Cereais); ii) Industrializados (Derivados do Leite, Derivados da Carne, Panificados, Café, Achocolatado em Pó e Chás, Adoçantes, Doces, Biscoitos e Salgadinhos, Óleos, Massas, Farinha e Féculas, Condimentos e Sopa, Enlatados e Conservas, Alimentos prontos,); iii) Produto In Natura (Frutas, Legumes, Tubérculos, Ovos, Verduras); iv) Bebidas (Bebidas Alcoólicas, Bebidas Não Alcoólicas); v) Artigos de Limpeza; vi) Artigos de Higiene e Beleza. Assim, o IPS se apresenta como instrumento útil aos empresários do setor na tomada de decisões com relação a preços e custos dos mais diversos produtos. No que diz respeito à indústria, de maneira análoga, possibilita a tomada de decisão com relação a preços e custos dos produtos destinados aos supermercados. Ao mercado e aos consumidores é útil para a análise da variação de preços ao longo do tempo possibilitando o acompanhamento da evolução dos custos ao consumidor do setor supermercadista.

Fonte
Approach
kathlyn.pereira@approach.com.br
(11) 3846-5787 - Ramal 24

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http://files.posterous.com/user_profile_pics/446438/Imagem3.png http://posterous.com/users/5egTJqIrEAaR Saiba mais: Saiba mais:
Tue, 10 Jan 2012 15:40:00 -0800 Agronegócio espera exportações superiores a US$ 100 bilhões em 2012 http://www.alimentoseguro.com.br/agronegocio-espera-exportacoes-superiores-a-u http://www.alimentoseguro.com.br/agronegocio-espera-exportacoes-superiores-a-u

Meta do Ministério da Agricultura prevê valor 5,7% superior ao registrado em 2011.      
 
Alimento Seguro (10/01/2012) -- O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, anunciou, nesta terça-feira, 10 de janeiro, a meta para as exportações brasileiras do agronegócio em 2012. A expectativa é alcançar US$ 100 bilhões, valor 5,7% acima do total registrado em 2011. “A média de crescimento no valor acumulado com vendas externas nos últimos dez anos ficou em torno de 10%, então, é bastante aceitável alcançar a meta prevista”, destacou Mendes Ribeiro Filho. Durante o anúncio, o ministro também comentou o desempenho das exportações e os produtos que tiveram destaque no último ano.

Mendes Ribeiro ressaltou, também, que 2011 foi o melhor ano da série histórica (desde 1997) em valores acumulados com as vendas externas de produtos como soja em grãos, açúcar, café em grãos, carne bovina e de aves in natura e farelo de soja. “Outro importante produto que merece destaque na pauta de exportações é o algodão, que teve crescimento de mais de 90% no valor acumulado”, disse o ministro. As exportações de algodão em 2011 acumularam US$ 1,6 bilhão (93,6% superior ao acumulado em 2010), na quantidade de 759 mil toneladas (48% superior ao acumulado em 2010).

O ministro comentou também sobre o reflexo do embargo russo às carnes brasileiras, que iniciou no mês de junho de 2011. Segundo Mendes Ribeiro, as exportações brasileiras de carne, em 2011, cresceram 14,7%. O setor de carne bovina registrou aumento de 11,5%; aves apontaram crescimento de 19,9% e carne suína 7% superior também. “Esses números mostram que mesmo com o embargo da Rússia, a carne brasileira encontrou novos destinos, o que garantiu o aumento das exportações”. Os principais compradores da carne brasileira, em 2011, foram Hong Kong, Arábia Saudita, Venezuela, Egito, Ucrânia, Venezuela, União Europeia, Rússia e Japão.

Fonte
MAPA
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-2104 / 2203
Sophia Gebrim
sophia.gebrim@agricultura.gov.br

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Tue, 10 Jan 2012 15:31:00 -0800 Soja: estiagem no Sul pode comprometer safra 2011-2012 http://www.alimentoseguro.com.br/soja-estiagem-no-sul-pode-comprometer-safra-2 http://www.alimentoseguro.com.br/soja-estiagem-no-sul-pode-comprometer-safra-2

Cenário de preços e a produtividade ainda está indefinido, informa Embrapa Cerrados.

Alimento Seguro (10/01/2012) -- Os agricultores brasileiros colheram mais de 75 milhões de toneladas de soja no ano agrícola 2010-2011, o que representou uma safra recorde. As condições climáticas favoráveis proporcionaram essa produtividade, considerada a melhor da história. Por outro lado, segundo o pesquisador da Embrapa Cerrados, Sebastião Pedro, responsável pelo programa de soja da Unidade, o cenário de preços e a produtividade a serem obtidos pelos produtores na safra 2011-2012 ainda está indefinido, apesar do aumento da área plantada e da crescente elevação do nível tecnológico das lavouras de soja em todo o país.

De acordo com levantamentos publicados em dezembro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a área plantada de soja na safra 2011-2012 será de 24,350 milhões de hectares – 0,7% (169,2 mil hectares) superior à da safra 2010-2011. E a previsão para a produção de soja na safra 2011-2012 no Brasil indica um volume de 71,287 milhões de toneladas, que é 5,46% (4,038 milhões de toneladas) menor que a safra anterior.

Isso deve ocorrer especialmente por conta das condições climáticas ocasionadas pelo fenômeno “La Niña” que estão afetando algumas das regiões produtoras de soja mais importantes do Brasil. “Parte das regiões do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Sudeste de Mato Grosso enfrenta longas estiagens desde os meses de novembro e dezembro, o que já está comprometendo o desenvolvimento e a expectativa de produtividade das lavouras”, afirma.

De acordo com o estudioso, ainda não é possível afirmar qual será ao certo o cenário de preços na colheita da safra 2011-2012. “Mas é prudente que o produtor se prepare para uma situação mais apertada e se ajuste desde já. É fundamental que ele fique de olho nas variações dos preços da soja e na negociação da próxima safra”, ressalta o pesquisador. Segundo ele, num momento de preços elevados os possíveis desarranjos estruturais e de gestão de cada propriedade puderam ser, em boa parte, compensados por um fluxo maior de receitas. “Com os preços da soja menores associados aos custos dos insumos maiores, tais problemas tendem a vir à tona”, alerta.

 
Fonte
Redação:
Juliana Caldas (4861/14/90/DF)
Jornalista da Embrapa Cerrados
juliana.caldas@cpac.embrapa.br
(61) 3388 9945

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Tue, 10 Jan 2012 15:28:00 -0800 Soja é destaque nas exportações em 2011 http://www.alimentoseguro.com.br/soja-e-destaque-nas-exportacoes-em-2011 http://www.alimentoseguro.com.br/soja-e-destaque-nas-exportacoes-em-2011

Vendas do grão, farelo e óleo de soja foram responsáveis por mais de 38% do total exportado pelo Brasil em 2011.
 
Alimento Seguro (10/01/2012) -- Os produtos do complexo soja – grão, farelo e óleo – estão entre os principais responsáveis pelo recorde brasileiro nas exportações do agronegócio em 2011. Em grande parte, o destaque é resultado da venda de soja em grãos para a China, que totalizou US$ 10,96 bilhões. Esse valor representa 45,4% do total acumulado nas vendas globais do setor (US$ 24,14 bilhões). Também se destacaram as vendas do complexo soja para a União Europeia (segundo maior comprador do setor), que somaram US$ 6,92 bilhões e 15,76 milhões de toneladas em 2011.

As exportações do complexo soja em 2011 cresceram 41% em relação ao valor registrado em 2010, quando as vendas alcançaram US$ 17,1 bilhões. O crescimento se deu principalmente em função do preço médio dos produtos, que aumentou 27,4% (de US$ 386 para US$ 492 por tonelada). A quantidade exportada cresceu 10,8% em relação ao ano anterior (44,3 para 49,07 milhões de toneladas).

A soja em grãos representou 67,6% do valor e 67,2% da quantidade exportada em produtos do complexo soja, com US$ 16,31 bilhões e 32,97 milhões de toneladas. Esse montante equivale a 17,2% do valor total da pauta de exportações do agronegócio no ano. Em relação a 2010, houve expansão de 47,8% no total de exportações de soja em grão (US$ 11,03 bilhões para US$ 16,31 bilhões) em função do aumento de 13,5% na quantidade exportada e do crescimento de 30,3% no preço médio de venda. As exportações de farelo e óleo de soja somaram, respectivamente, US$ 5,69 bilhões e US$ 2,13 bilhões em 2011.

Destaque destinos -- A União Europeia se manteve como maior mercado de destino das exportações brasileiras do agronegócio em 2011. Em seguida encontra-se a China, cujo valor exportado de janeiro a dezembro pelo Brasil chega a ser 50% superior ao registrado em 2010 (de US$ 11 bilhões para US$ 16,5 bilhões).

Os principais produtos adquiridos pela União Europeia em 2011 foram: café em grãos (US$ 4,29 bilhões), farelo de soja (US$ 4,01 bilhões), soja em grãos (US$ 2,73 bilhões) e carnes (US$ 2,48 bilhões). Em conjunto, tais produtos foram responsáveis por mais da metade (57%) das vendas do agronegócio brasileiro ao mercado europeu no ano.

As exportações para a China se devem, em grande parte, às vendas de soja em grãos (US$ 10,96 bilhões), celulose (US$ 1,3 bilhão) e açúcar (US$ 1,2 bilhão). Esses produtos representaram, em conjunto, 81,6% do total das exportações do agronegócio para o país asiático no período.

Dentre os mercados que mais contribuíram para o crescimento de US$ 18,152 bilhões nas exportações do agronegócio no período foram: China (30,3%), União Europeia (18,3%), Estados Unidos (7,2%), Japão (6,3%), Argélia (3,5%) e Egito (3,1%). Cabe ressaltar o crescimento das vendas para os países do Oriente Médio (+12%) e África, excluindo Oriente Médio (43,4%).

Apesar da queda de 0,4% nas vendas para a Rússia, principalmente em função do embargo às carnes brasileiras, as vendas do setor de carnes obtiveram, no conjunto, aumento de 14,7% no montante exportado (de US$ 13,63 bilhões em 2010 para US$ 15,64 bilhões em 2011). Isso foi possível em função do crescimento das vendas para outros mercados como União Europeia (+13,3%), Hong Kong (+29,8%), Japão (+45,8%), Arábia Saudita (+28,4%), Venezuela (+57,7%), entre outros.

Fonte
MAPA
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3218-2104 / 2203
Sophia Gebrim
sophia.gebrim@agricultura.gov.br

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Tue, 10 Jan 2012 09:51:00 -0800 Carne suína: EUA anunciam abertura de mercado, diz Abipecs http://www.alimentoseguro.com.br/carne-suina-eua-anunciam-abertura-de-mercado http://www.alimentoseguro.com.br/carne-suina-eua-anunciam-abertura-de-mercado

Novidade reforça qualidade do produto nacional. Entidade informa que Hong Kong é o principal destino das exportações de carne suína do Brasil; Rússia fica em 2º lugar.

Alimento Seguro (10/01/2012) -- Segundo a Abipecs (Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína), o ano de 2012 começa com boas notícias para o setor: os EUA anunciaram a abertura de importação de carne suína brasileira (veja mais abaixo).

A Abipecs também salieta que o ano de 2011 terminou com a informação que já era esperada: Hong Kong passou para o primeiro lugar no ranking dos mercados que compram a carne suína do Brasil, deixando a Rússia em segundo lugar.

De janeiro a dezembro de 2011, o Brasil exportou 129.734 t para Hong Kong, um aumento de 30,08% em relação a igual período de 2010. Em receita o resultado foi de US$ 323,78 milhões, ampliação de 61,79%. Para a Rússia, no mesmo período, o Brasil vendeu 126.449 t, uma queda de 45,96% na comparação com os doze meses de 2010. Em receita a queda foi de aproximadamente 40%.

Levando-se em consideração o embargo sanitário russo, em 2011, com a consequente redução de quase 50% das vendas para aquele mercado, o Brasil encerrou o ano com um resultado menos dramático do que o imaginado. Houve um pequeno declínio nas exportações de carne suína – 4,44% em toneladas - e um aumento de 7% em valor. O Brasil embarcou 516.419 toneladas e obteve um faturamento de US$ 1,43 bilhão, ante 540.418 t e US$ 1,34 bilhão em 2010 (ver anexo abaixo).

estatísticas_exportação_carne_suína_jan-dez_2011.xls Download this file
De janeiro a dezembro de 2011, houve uma elevação do preço médio da carne suína de aproximadamente 12%.

Agora, fica assim o ranking dos importadores do produto brasileiro: Hong Kong, principal mercado, seguido de Rússia, Ucrânia, Argentina e Angola.

Em 2012, a China aparecerá na lista dos mercados compradores, uma vez que já no final de 2011 algumas unidades de frigoríficos brasileiros fizeram seus primeiros embarques para aquele país.

EUA -- A aprovação pelo FSIS - Food Safety and Inspection Service dos EUA (serviço da equivalência de normas sanitárias de abate de suínos entre Brasil e EUA) “finaliza um longo processo de habilitação das exportações brasileiras. Cabe agora ao Ministério da Agricultura – MAPA informar quais estabelecimentos frigoríficos se enquadram nas normas equivalentes”, diz Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs.

“Não esperamos exportar grande volume, porém, representa uma chancela de qualidade indiscutível. O ano de 2012 começa com boas notícias para o setor”, destaca Camargo Neto.

Fonte
Consenso Textos e Comunicação
Maria Helena Tachinardi - Diretora
mtachinardi@gmail.com

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Tue, 10 Jan 2012 09:36:00 -0800 Exportações do agronegócio chegaram a mais de US$ 94 bi http://www.alimentoseguro.com.br/exportacoes-do-agronegocio-chegaram-a-mais-de http://www.alimentoseguro.com.br/exportacoes-do-agronegocio-chegaram-a-mais-de

É o melhor desempenho desde 1997 nas vendas externas de produtos agropecuários, informa MAPA.

Alimento Seguro (10/01/2012) -- As exportações brasileiras do agronegócio registraram um novo recorde histórico em 2011, somando US$ 94,59 bilhões, valor 24% superior ao alcançado em 2010 (US$ 76,4 bilhões). O bom desempenho fez de 2011 o melhor ano para a balança comercial do agronegócio desde 1997. A meta do Ministério da Agricultura para 2012 é ultrapassar US$ 100 bilhões, com estimativa de 5,7% de crescimento.

Os produtos do complexo soja (grão, farelo e óleo) foram os que mais contribuíram para o crescimento nas vendas externas e os que registraram o maior valor de exportação. Complexo sucroalcooleiro e carnes também se destacaram nas exportações. Os principais destinos dos embarques de produtos nacionais foram os mercados da União Europeia, China, Estados Unidos, Rússia e Japão.

As importações brasileiras de produtos agropecuários atingiram US$ 17,08 bilhões (valor 28% superior ao registrado em 2010), resultando em um superávit de US$ 77,51 bilhões na balança comercial do agronegócio de 2011. O saldo do setor agropecuário é quase três vezes superior ao acumulado no resultado global da balança comercial brasileira, que fechou o ano de 2011 com superávit de US$ 29,8 bilhões.

Destaque -- Os produtos do complexo soja foram os que mais contribuíram para a expansão das vendas externas em 2011, sendo responsáveis por 38,7% do crescimento total de US$ 18,15 bilhões no agronegócio. Em seguida encontram-se o café (16,4%), os produtos do complexo sucroalcooleiro (13,2%), as carnes (11,1%) e os cereais, farinhas e preparações (8%).

Na comparação com 2010, as exportações de soja em grãos cresceram 47,8% em valor (US$ 11,03 bilhões para US$ 16,31 bilhões), devido ao crescimento de 30,3% no preço médio de venda. Em volume, o aumento foi de 13,5%. As exportações de farelo e óleo de soja somaram, respectivamente, US$ 5,69 bilhões e US$ 2,13 bilhões em 2011.

O complexo sucroalcooleiro teve receita de US$ 16,18 bilhões com vendas externas em 2011 (17,45% superior em relação ao ano anterior). O crescimento se deu em função do aumento de 29,9% no preço de venda, apesar da queda de 9,6% na quantidade exportada no período (29,52 milhões para 26,70 milhões de toneladas).

As carnes foram o terceiro setor de maior exportação, com vendas de US$ 15,64 bilhões, o que representa 14,8% de expansão em relação a 2010. Esse crescimento ocorreu em função da elevação de 16,6% no preço médio do produto, o que compensou uma queda de 1,6% na quantidade exportada em relação a 2010. O setor foi responsável por 16,5% do montante total das vendas externas do agronegócio em 2011, com destaque para a carne de frango, cujas vendas somaram US$ 7,49 bilhões, 19,9% a mais do que o ano anterior.

Os produtos florestais ficaram em quarto lugar no ranking de exportações do agronegócio, com US$ 9,64 bilhões e 3,8% de crescimento em relação ao ano anterior. Destaca-se ainda o café, que atingiu a cifra de US$ 8,73 bilhões (51,5% superior ao ano anterior).
 
Em conjunto, os cinco principais setores (complexo soja, complexo sucroalcooleiro, carnes, produtos florestais e café) somaram US$ 74,33 bilhões em exportações, sendo responsáveis por 78,6% do total das vendas externas de produtos brasileiros agropecuários em 2011. Essa participação representa um aumento na concentração da pauta exportadora. Em 2010, os mesmos setores foram responsáveis por 77,9% dos embarques.

Principais destinos -- Em 2011, as vendas externas concentraram-se, principalmente, em mercados como Ásia e União Europeia, responsáveis, em conjunto, por 57,4% do total exportado pelo agronegócio brasileiro (US$ 54,34 bilhões) – fatia maior que os 56,8% registrados em 2010 (US$ 43,38 bilhões). Em seguida, destaca-se a participação do Oriente Médio (10,1%), dos países do Nafta - Estados Unidos, México e Canadá - (8,5%) e da África, excluindo Oriente Médio (8%).

A maior expansão, em relação ao ano anterior, ocorreu na Oceania (55,8% superior), seguida da África excluindo Oriente Médio (43,4% superior) e da Ásia (33,3% superior). Houve redução da participação apenas nos demais países das Américas (com redução de 6,6%). A União Europeia foi responsável por 18,3% do incremento de US$ 18,15 bilhões ocorrido nas vendas externas em 2011 na comparação com o ano anterior.

Na análise por país, destacam-se as exportações para a China, com US$ 16,51 bilhões em 2011, seguida de Estados Unidos (US$ 6,70 bilhões), Países Baixos (US$ 6,36 bilhões), Rússia (US$ 4,05 bilhões), Japão (US$ 3,52 bilhões) e Alemanha (US$ 3,50 bilhões). O bom desempenho nas exportações para a China se deve, em grande parte, às vendas de soja em grãos (US$ 10,96 bilhões), celulose (US$ 1,3 bilhão) e açúcar (US$ 1,22 bilhão). Esses produtos representaram, em conjunto, 81,6% do total das exportações do agronegócio para o país no período.

Dezembro -- No último mês de 2011, as exportações brasileiras do agronegócio alcançaram o valor de US$ 7,01 bilhões, o que significou um crescimento de 15,7% em relação aos US$ 6,06 bilhões exportados no mesmo mês do ano anterior.

Os principais setores responsáveis pelos US$ 949,5 milhões de incremento verificados nas exportações agrícolas brasileiras em dezembro foram: complexo soja (US$ 599 milhões ou 63,1%); carnes (US$ 155,8 milhões ou 16,4%); e fibras e produtos têxteis (US$ 149,9 milhões ou 15,8%).

O setor de carnes foi o principal exportador do agronegócio no mês de dezembro de 2011, com um patamar de US$ 1,28 bilhão em vendas ao exterior, ou 18,3% do total exportado pelo agronegócio brasileiro no período. Esse valor representou um crescimento de 13,8% em relação aos US$ 1,12 bilhão exportados pelo setor em dezembro/2010.

Os principais responsáveis pelos valores comercializados foram a carne de frango, com US$ 650,1 milhões em vendas, e a carne bovina, com US$ 413,7 milhões exportados. Em dezembro/2011, o setor de carnes registrou crescimento tanto das quantidades embarcadas (6,1%) quanto do preço médio comercializado (7,3%).

Fonte
MAPA
Assessoria de Comunicação Social
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Sophia Gebrim
sophia.gebrim@agricultura.gov.br

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Tue, 10 Jan 2012 09:26:00 -0800 Produção de grãos cai 2,8% em relação à safra passada http://www.alimentoseguro.com.br/producao-de-graos-cai-28-em-relacao-a-safra-p http://www.alimentoseguro.com.br/producao-de-graos-cai-28-em-relacao-a-safra-p

Milho e soja são as produções mais representativas e juntas somam 130,962 milhões de toneladas.    

Alimento Seguro (10/01/2012) -- A produção nacional de grãos da safra 2011/12 deve chegar a 158,433 milhões de toneladas, uma redução de 2,8% se comparada à safra anterior. A projeção é da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e foi divulgada nesta terça-feira, 10 de janeiro, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O resultado consta no quarto levantamento feito pela Conab e a confirmação da estimativa depende de fatores de produção que interferem na produtividade durante todo o ciclo. Os dados serão consolidados à medida em que estes fatores perderem a interferência.

Milho e soja, as culturas mais representativas, somam 83% de toda a safra, com uma produção de 130,962 milhões de toneladas. O milho pode crescer 2,9%, considerando apenas a participação do de Primeira Safra. O de Segunda Safra, no entanto, só terá definida a situação a partir deste mês. A área plantada deve ficar em torno de 50,447 milhões de hectares, com um crescimento de 1,1%, o que representa 528,2 mil hectares a mais do que a safra anterior, que alcançou 49,919 milhões de hectares. O milho Primeira Safra e a soja são as culturas que devem contribuir para esse resultado, com um aumento de 9,1% e 1,9%, respectivamente.

O arroz deve perder 267,3 mil hectares em relação ao cultivo anterior, quando chegou a 2,820 milhões de hectares. A queda mais acentuada ocorre no Rio Grande do Sul, que deixa de cultivar 118,6 mil hectares.  O feijão Primeira Safra também apresentou redução. Em relação ao cultivo anterior de 1,420 milhão de hectares, houve uma queda de 147,9 mil hectares. O Paraná, maior produtor nacional, deixou de cultivar 93,5 mil hectares. Na safra anterior, semeou 344,1 mil hectares.

Na região Nordeste, o quarto levantamento considerou apenas o oeste da Bahia, o sul do Maranhão e do Piauí. E, para a região Norte, foram considerados somente os estados do Tocantins e de Rondônia. Para as  demais regiões, foram mantidas as áreas da safra anterior, uma vez que o plantio só começa este mês.

A pesquisa foi realizada por 60 técnicos, entre os dias 15 e 19 de dezembro, após ouvidos representantes de órgãos públicos e privados ligados à produção agrícola em todos os estados produtores.

Fonte
(61) 3218-2203
imprensa@agricultura.gov.br

Assessoria de Comunicação Social da Conab
(61) 3312-6330
imprensa@conab.gov.br

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